🎼🎵Êêê Êô, vida de gado🎶povo marcado êê🎵povo feliz...🎶
É gado... O turma pra se superar em criatividade para justificar o injustificável... Agora, dizem: “Se o Bolsonaro fosse culpado, já estaria preso!” Claro, porque na "oficina do Olavo" que chamam de cabeça, o sistema judicial é como uma rede de fast-food: pediu, já sai pronto! Mas, diferentemente do que aconteceu com Lula, dessa vez a justiça está caprichando no prato; afinal, quando se trata de Bolsonaro, ninguém quer correr o risco de estragar o banquete da condenação com nulidades, não é mesmo?
Sim, a Justiça vai fazer questão de cozinhar lentamente cada prova no fogo baixo da legalidade, para que o prato principal - ou seja, a sentença - seja servido quente e sem chance de devolução.
Mas vamos começar falando sobre um assunto indigesto, os tais "fatos indeterminados"; sim, trata-se daquele tempero pra lá de especial que Sérgio Moro usou na condenação do Lula... É que na sentença, ele disse que o caso envolvia - tchãrããã - "fatos indeterminados" e para quem não sabe, isso significa que não sabiam exatamente o que ele fez, nem como, nem quando; mas - ei - deve ter feito alguma coisa, né?. É tipo condenar alguém porque "não sei, só acho que sim...", afinal, o que esperar de um Procurador da República que tem a coragem de dizer "não tenho provas, só convicção!" E a melhor parte? Milhões acreditaram nisso! É a prova cabal de que o gado não precisa de cerca, só de um jornal da Globo e uma pitada de "seus amigos no WhatsApp estão certos"; aliás, isso é resultado de décadas de doutrinação - demonização - midiática contra Lula: uma condenação SEM PROVAS para "fatos indeterminados", o que fez total sentido pra capacidade cognitiva reduzida do gado.
Bem-vindo ao Show da Manipulação! O problema com os "fatos indeterminados" é simples: não dá para determinar nada! Moro basicamente disse: "Olha, Lula, a gente não sabe como, mas você é culpado, tá?" Isso é o equivalente jurídico de prender alguém porque "parece suspeito"... E o gado? Aplaudiu de pé! Foram às ruas, vestiram verde e amarelo, gritaram “Lula ladrão” sem nunca conseguir responder à pergunta básica: O que ele roubou, "patriotário"? Até hoje, quando questionados, gaguejam, mudam de assunto ou simplesmente dão aquela risadinha nervosa e chamam quem perguntou de comunista, defensor da corrupção e ladeira abaixo. Vergonha para todo lado.
Agora, esses mesmos "jênios" que acreditaram em "fatos indeterminados" estão doidos porque o Bolsonaro não foi preso ainda; não entendem que o caso Lula foi uma aberração judicial para tirá-lo da corrida eleitoral, enquanto o de Bolsonaro é um desfile de provas concretas que estão sendo cuidadosamente alinhadas para que ele não escape nem com reza brava.
BEM, VAMOS ÀS PROVAS CONTRA O "mito":
- Planejamento de Golpe de Estado: Bolsonaro - o Golpista Trapalhão - deixou um rastro tão claro que até um detetive de quinta resolveria (imagina um Investigador da Polícia Federal). Reuniões, mensagens, aliados delatores... Tudo documentado. Pena prevista? Até 20 anos de cadeia;
- Fraude em cartões de vacina: Forjar certificados para burlar restrições sanitárias. É crime, e crime feio. Pena? Mais uns 6 anos de brinde.
- Joias e presentes: Não só recebeu, como roubou e tentou vender. Corrupção passiva e lavagem de dinheiro são só dois dos vários artigos do código penal que ele violou. Pode render de 2 a 12 anos.
- Ataques ao sistema eleitoral: Abuso de poder e desinformação para atacar as urnas eletrônicas. Mais uns 8 anos na conta.
REGISTRE (para não assustar depois):
1. TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO
Acusação: Planejamento e incitação a um golpe de Estado após as eleições de 2022.
Provas:
- Relatório da Polícia Federal cita Bolsonaro 516 vezes, indicando seu envolvimento no planejamento da tomada de poder. (Fonte: CNN Brasil)
- Depoimentos e delações de aliados próximos que apontam para a participação ativa de Bolsonaro em reuniões e discussões sobre a subversão da ordem democrática.
Pena: de acordo com o Art. 359-M do Código Penal (crimes contra o Estado Democrático de Direito), a pena pode variar de 4 a 12 anos de reclusão, além de multa.
2. FRAUDE NO CARTÃO DE VACINA CONTRA A COVID-19
Acusação: Envolvimento em esquema de falsificação de cartões de vacinação para burlar restrições sanitárias.
Provas:
- Mensagens de texto e registros eletrônicos indicando a solicitação e obtenção de certificados de vacinação falsos para Bolsonaro e membros de sua comitiva.
- Testemunhos de funcionários públicos que alegam terem sido pressionados a emitir documentos fraudulentos.
Pena: conforme o Art. 297 do Código Penal (falsificação de documento público), a pena é de 2 a 6 anos de reclusão e multa. Caso seja configurado uso de documento falso (Art. 304), pode-se aplicar pena adicional de 2 a 6 anos de reclusão e multa.
3. RECEBIMENTO INDEVIDO DE JOIAS
Acusação: Recebimento não declarado de joias de alto valor durante o exercício da presidência, possivelmente configurando corrupção passiva.
Provas:
- Registros alfandegários que mostram a entrada das joias no país sem a devida declaração oficial.
- Depoimentos de assessores que confirmam o recebimento e a posse das joias por Bolsonaro.
Pena: de acordo com o Art. 317 do Código Penal (corrupção passiva), a pena é de 2 a 12 anos de reclusão e multa.
4. ABUSO DE PODER POLÍTICO E USO INDEVIDO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
Acusação: Utilização da máquina pública e dos meios de comunicação oficiais para promover sua candidatura e atacar o sistema eleitoral.
Provas:
- Registro de reuniões com embaixadores estrangeiros nas quais Bolsonaro questionou, sem evidências, a integridade das urnas eletrônicas.
- Discursos oficiais e postagens em redes sociais institucionais disseminando desinformação sobre o processo eleitoral.
Pena: de acordo com a Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº 13.869/2019) e a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), as penas podem incluir inelegibilidade por até 8 anos, além de sanções administrativas e multa.
É importante registrar que as investigações estão em andamento e novas evidências podem surgir à medida que os processos avançam.

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